Não é o que sabemos sobre nós próprios, mas o que preferimos não saber, o que tentamos desesperadamente esquecer. É sobre isso que Nelson Rodrigues escreve. Uma luz fria apontada ao escuro. Tudo o que está na sombra desvela-se na sua mais crua nitidez: todas as “pequeninas tatuagens”, obsessivas, impossíveis de apagar.
de Cristina Fernandes e Rui Manuel Amaral
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