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Que havemos de traduzir


Ocorrem-me imensos disparates enquanto revejo o texto que Cioran escreveu sobre Joseph de Maistre. Há pouco, por exemplo, percebi que os livros pornográficos ou extremistas (de acordo com o ladrar dos cães) ficam de fora das traduções geradas por inteligência artificial, pois os mecanismos de linguagem são púdicos. Sem querer, as empresas tecnológicas criaram um campo de lírios para tradutores empedernidos.

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