Esta manhã, por razões práticas, passei pela Rua Alto da Bela. A meio da rua, a velha sede da associação Os Zangados de Campanhã. Talvez fosse demasiado cedo. A porta ainda estava fechada.
Nas freguesias mais orientais há cada vez mais imigrantes. Cruzo-me com eles no metro e autocarros, supermercados e ruas. Não têm muito dinheiro — nota-se —; são novos e bonitos. É o Porto cosmopolita que não vem nas revistas e o resto da cidade desconhece. Talvez tragam com eles a mudança necessária.