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Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Jornais

Dos jornais LXVI

Dias depois de a Segurança do Estado ter alertado para a “lavagem ao cérebro” promovida por “forças anti-China”, um veterano antropólogo de Cambridge, Alan Macfarlane, com 2,3 milhões de seguidores na rede social Xiaohongshu, elogiou a atitude de “ficar deitado”, associando-a ao bambu. “Quando surge uma forte rajada de vento… o bambu inclina-se, absorve o impacto, fica quase deitado no chão e, depois, quando a rajada passa, volta a endireitar-se.” A mensagem “recebeu mais de 100 000 likes e circulou largamente em múltiplas plataformas”, assinalou o South China Morning Post . “O Estado diz que fomos infiltrados por forças estrangeiras; o professor diz que somos bambu. Finalmente, alguém reconhece que neste momento o ‘vento’ é simplesmente demasiado forte”, comentou um internauta chinês. “Ficar deitado não significa render-se”, afirmou outro. “Estamos apenas momentaneamente abatidos – mais cedo ou mais tarde, vamos recuperar.”

Dos jornais LXIV

O congresso do PSD devia ser realizado em Frangalhos.   Gostava de ver Luís Montenegro a ensaiar as principais tácticas para vencer a Corrida de Eliminação no velódromo de Frangalhos.

Dos jornais LXIII

De acordo com projecções, suíços rejeitam limites à população em referendo.

Dos jornais LXI

Mulher em posição fetal, acompanhada por um vaso cerâmico que guarda um punhal de rebites em liga de cobre, num dos hipogeus de Torre Velha 12. CORTESIA: LÍDIA BAPTISTA/ARQUEOLOGIA PATRIMÓNIO   Punhal de rebites recuperado pela equipa de Lídia Baptista e fotografado já depois da intervenção de limpeza e conservação preventiva. CORTESIA: LÍDIA BAPTISTA/ARQUEOLOGIA PATRIMÓNIO.

Dos jornais LX

O principal objectivo da nova PSU é rebaixar os mais desprotegidos. A medida tem uma carga moral absurda, que desestabiliza e obriga os beneficiários a trabalhar a troco de uma esmola. O Primeiro-Ministro explicou que é «para que as pessoas não se mantenham na armadilha da pobreza», e a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social continuou com o seu discurso cínico . A hipocrisia dos ricos é uma coisa atroz.

Dos jornais LVIII

Geoffroy de Lagasnerie: É por isso que digo que um dos grandes problemas da política contemporânea é a crença de que a democracia é o fim da história, como se só pudéssemos conservar a democracia ou regredir para o autoritarismo ou a ditadura. Como se não pudéssemos imaginar algo melhor do que a democracia!

Dos jornais LVII

Não sei se Emanuel Linhares já se desacostumou com a língua portuguesa, mas é evidente que a lei canadiana que proibiu a Marcha do Senhor Santo Cristo  é «uma lei uniforme para todos». E os cortejos do Senhor Santo Cristo nunca são silenciosos.

Dos jornais LV

No domingo, Edward Warchocki foi filmado a afugentar um grupo de javalis numa rua de Varsóvia.

Dos jornais LIII

Para além de uma visão antiquada e reaccionária, a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social não lê os jornais:  Semanas de quatro dias ou de 32 horas; bancos de horas pagas; mais impostos sobre ganhos de capital e das empresas; impostos sobre o trabalho automatizado.

Dos jornais LII

O objectivo de Rosário Palma Ramalho é claro: esmagar os trabalhadores e acabar com os sindicatos. Só há uma resposta para toda esta sanha.

Dos jornais LI

Aqui no bairro, a primavera começou hoje.

Dos jornais L

“Por cada barragem colonial, hospital colonial, escola colonial, por cada construção de estrutura de esgotos, sanitária, etc., devemos ter em atenção os homens, as mulheres e as crianças que as construíram”, sublinhou. Para a investigadora, a celebração de edifícios icónicos, como a sede da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, deve incluir o reconhecimento do sacrifício de quem os construiu.  “Não devemos apenas falar do arquiteto, do dono da obra ou de quem a financiou. Devemos dar um lugar na história do edifício aos trabalhadores. O carpinteiro tem uma responsabilidade equivalente à do arquiteto”, afirmou.