Acompanhamos a chamada «noite eleitoral» através da televisão pública. Três ou quatro horas de emissão. A única falha aconteceu no directo a partir da sede do Livre. A imagem dos porta-vozes do partido apareceu desfocada, o discurso aos soluços, as ideias com omissões, como se estivessem a transmitir uma mensagem de um planeta longínquo.
de Cristina Fernandes e Rui Manuel Amaral
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