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cette vie dont j’avais soif

Cioran escreve muitas vezes sobre Teresa de Ávila nos seus Cadernos. Começo a compreender o encanto; aliás, é melhor dizer feitiço.  Ela é uma mulher devota a Deus, mas com um misticismo fogoso — a imagem corporal que se insinua na nossa cabeça para dizer aquelas coisas intensas é de uma actriz de Hollywood dos anos 50.

Je me voyais mourir du désir de voir Dieu et je ne savais où je devais chercher cette vie dont j’avais soif, si ce n’est dans la mort même.


Nota: será que Bénard da Costa escreveu sobre isto? É um tema tão perversamente bénardiano (ou será buñueliano?).

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