(...) em outro [epigrama] (III, 44), Marcial faz troça do poeta ansioso e empolgado que está sempre querendo declamar seus versos a todos que encontra pelo caminho, " currenti legis et legis cacanti ", ou seja, "você lê quando estou correndo, lê quando estou cagando" (no começo, ele escreve: "Queres saber por que ninguém vai ao teu encontro - por que, aonde quer que vás, há fuga e uma vasta solidão ao teu redor, Ligurino? És poeta demais").
de Cristina Fernandes e Rui Manuel Amaral