É um exercício necessário de justiça poética e histórica. Muitas vezes, ao passar por edifícios icónicos, esquecemo-nos de que a arquitetura não é apenas o traço do génio, mas o suor de quem moldou o ferro e a madeira. Tal como nas ruas, a beleza reside frequentemente naquilo que é invisível aos olhos apressados, mas fundamental para a estrutura do mundo.
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