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(...) em outro [epigrama] (III, 44), Marcial faz troça do poeta ansioso e empolgado que está sempre querendo declamar seus versos a todos que encontra pelo caminho, "currenti legis et legis cacanti", ou seja, "você lê quando estou correndo, lê quando estou cagando" (no começo, ele escreve: "Queres saber por que ninguém vai ao teu encontro - por que, aonde quer que vás, há fuga e uma vasta solidão ao teu redor, Ligurino? És poeta demais"). 

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